Ipirá – A real história do CLUBE CABORONGA

  • Postado por: Universo

  • Data de publicação: 18/10/2018 19:13:00

  • Atualizado em: 18/10/2018 19:13:00

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    CLUBE CABORONGA – Fundado em 2 de abril de 1968.
    Não foi fruto de nenhuma ação individual.
    Foi resultado de somatória de ações, esforços, recursos, trabalho e contribuição de inúmeras pessoas: Homens, mulheres, jovens e crianças de Ipirá, naquela época.
    Foi um empreendimento do associativismo, que nasceu do esforço coletivo para atender a uma necessidade humana: a criação de espaço para a convivência social.
    Uma área apropriada para a integração das pessoas, de forma a humanizar as relações humanas, criar vínculos afetivos, laços sentimentais; entrelaçar uma rede de solidariedade, reforçando os benefícios da vida em grupo.
    Um local de usufruto coletivo na convivência social, cultural, educativo, de lazer e recreativo, com prestação de serviço e congraçamento em palestras, reuniões, usado, inclusive por grupos políticos para realizarem suas manifestações.
    É no sentido da necessidade de interação e de revitalização do processo de sociabilidade e educativo que reside o significado maior do Clube Caboronga, que tem importância e valor imprescindível como patrimônio comunitário, do coletivo ipiraense e um valor incalculável como patrimônio imaterial que envolve um conteúdo sentimental e estimativo considerável.

    Existe todo um corpo de legalidade, estatuto, livro de atas, Relação de associados.

    O que vem acontecendo? Usurpação de direitos e princípios.

    Existe uma ação aplicada no sentido do desvirtuamento e deterioração desse patrimônio comunitário, com a intencionalidade da degradação e da desvalorização da sua finalidade para levar o associado a perda da perspectiva e do valor emotivo, bem como, da sua estrutura material. Para que haja uma depreciação de valor econômico, de forma a ser adquirido bem baixo de valor de mercado.
    O Clube Caboronga está tornando-se um patrimônio particular onde já funcionou uma metalúrgica e outras coisas tais como um depósito de ferro velho no seu recinto . Demonstrando de forma clara a apropriação imprópria, indevida, precária e ruinosa por uma pessoa de forma a abocanhar de forma fraudulenta um patrimônio com mais de cem associados e, por extensão, da comunidade de Ipirá.
    Aldemir Martinho Carneiro (DEINHO)

    Fonte: Bacia do Jacuípe / Por: Antena FM

    
    
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