Professor é preso por abusar de crianças e divulgar imagens na internet ‘oculta’

  • Postado por: Universo

  • Data de publicação: 22/10/2018 20:31:00

  • Atualizado em: 22/10/2018 20:31:00

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    A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta segunda-feira (22) uma operação para combater o abuso sexual infantil e a divulgação de material pornográfico infantil na internet. A Operação Mestre Impuro cumpriu dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva na capital paulista. As investigações começaram após a PF receber informações sobre uma pessoa publicando muito material com cenas de sexo em fóruns dedicados à pornografia infantil.

    “Policiais federais entraram no ambiente da deep web ((internet oculta) com o uso de equipamentos e técnicas próprias para a investigação desse tipo de crime e identificaram que esse brasileiro seria um professor que atua na capital paulista. As diligências apontam que ele usaria a proximidade decorrente da profissão para abusar de crianças entre 5 e 10 anos de idade, de ambos os sexos”, diz a PF por meio de nota.

    Segundo as informações, a polícia concluiu que, além do compartilhamento, havia evidências de que a mesma pessoa também produzia imagens dos abusos, com o objetivo de conquistar respeito e admiração dos outros participantes dos grupos que atuavam nesse ambiente da internet.

    De acordo com a PF, já foram identificadas sete crianças, que são membros da família do suspeito, alunos e alunas. “Agora a PF trabalha para identificar se há outras vítimas, a partir da análise do material apreendido e da oitiva de pessoas”, informou a PF.

    O investigado será indiciado pelos crimes de publicação de imagens de pornografia infantil, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), com penas variando de três a seis anos de reclusão, e pelo crime de estupro de vulnerável, previsto no Código Penal, com penas de oito a 15 anos de reclusão.

    O preso será encaminhado ao sistema prisional estadual, onde permanecerá à disposição da Justiça.

    Fonte: Agência o Brasil

    
    
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